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Ler contra o Tempo:

condições dos textos na cultura portuguesa

(recolha de textos em Hora de Vésperas)

2 VOLUMES

Ler contra o Tempo: condições dos textos na cultura portuguesa

Aires A. Nascimento

 

Prefácio de Cristina Pimentel

 

Edição: Centro de Estudos Clássicos, 2012

ISBN: 978-972-9376-28-3

 

 

Apresentação do livro

11 de Julho de 2013 na Academia das Ciências
 
 

Lançamento do livro

7 de Maio de 2013 no Anfiteatro II da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
 
 
"Reúne-se nesta obra, em boa hora, um significativo conjunto de textos produzidos ao longo de mais de três décadas do notável percurso científico de um filólogo de formação e paixão (...). Fica, assim, ao nosso dispor uma obra em que se espelha a solidez de uma carreira exemplar de investigador e académico e que se lê com o agrado e o proveito de sucessivas lições sobre temas a que o Professor Aires Nascimento dedicou toda a vida, com rigor e competência que poucos poderão igualar."
Cristina Pimentel
 

 

 

Índice

   

Volume I

Palavras prévias 11
Prólogo: Ler contra o tempo, em considerações para hora de vésperas
15
Aires A. Nascimento: Curriculum uitae (precário) – entre ler e escrever em convívio universitário
23
 
I
Clássicos: a permanência e o comprometimento cultural
 
Os Estudos Clássicos na Faculdade de Letras de Lisboa (no 75.º aniversário da restauração da Universidade) 93
As línguas clássicas para uma formação cultural de hoje 101
O texto distante... (para a recuperação dos clássicos) 115
Les Classiques de toujours pour les temps nouveaux : une réflexion nécessaire 127
A Europa que fomos, a Europa que somos: identidade e inquietude num mundo sem fronteiras 137
Uma alma para a Europa: os clássicos em desafio contra o tempo 165
Ovídio: exílio, soledade e criação poética (reflexões sobre a condição humana) 191
 
II
Tradição e continuidade: entender o livro, mais que texto
 
Em busca dos códices alcobacenses perdidos 205
Corepiscopus: um arcaísmo não compreendido na Vita Tellonis 215
Livros e claustro em Portugal no séc. XIII: o inventário de S. Vicente de Lisboa 225
Reliure médiévale du Fonds Alcobaça dans la Bibliothèque Nationale de Lisbonne : technique et identité 237
As livrarias dos príncipes de Avis 249
Percursos do livro na história da cultura portuguesa medieval 269
Iluminura, um traço distintivo 319
A imagem no texto: esplendor do livro e marcação de leitura no manuscrito medieval 327
O poder da imagem: encantos, ambiguidades e valorizações 357
Tempos e livros medievos: os antigos códices de Lorvão – do esquecimento à recuperação de tradições 389
 
III
Idade Média: inovação e recuperações na deriva
 
La biographie latine au XII.ème siècle au Portugal 413
Um novo testemunho do Passionário Hispânico: um códice lorvanense da primeira metade do século XII (Lisboa, ANTT, Lorvão, C. F. Livr. 16) 425
A Vita S. Geraldi de Bernardo, bispo de Coimbra: problemas de datação e de intencionalidade 451
O júbilo da vitória: celebração da tomada de Santarém aos Mouros (a.D. 1147) 465
Poema de conquista: a tomada de Alcácer do Sal aos Mouros (1217) 483
O Leal Conselheiro de D. Duarte: problemas de deriva filológica e tentativa de reintegração 517
As voltas do «Livro de José de Arimateia»: em busca de um percurso, a propósito de um fragmento trecentista recuperado 537
Traços esquecidos de tradição hispânica: comparando versões da «Navigatio Brendani» 553

 Volume II

 
IV
Humanismo e reencontro de tradições
 
Laudes Studiorum: o Humanismo jesuítico dos primórdios (no centenário de Anchieta e da Ratio Studiorum) 583
O elogio de Lisboa, por Damião de Góis, entre as «Laudes Vrbium» 605
Epónimos míticos de Lisboa: Ulisses, Hércules e outros. Títulos de nobilitação pela mão de humanistas portugueses 625
Le Latin à l'époque de l'humanisme au Portugal : données de situation et suggestions pour une étude d'ensemble 643
Nova idade, nova linguagem: entre afecto e alto desempenho de funções, a palavra no séc. XV português 653
Cícero em Portugal: momentos de humanismo cívico 677
Erudição e livros em Portugal, ao tempo de Árias Montano: a biblioteca do Duque de Bragança 705
Mito e identidade: André de Resende, um catalisador de memória 731
A utopia como dimensão humana 745
 
 
V
Tradução em recepção de texto
 
Traduzir, verbo medieval: as lições de Bruni Aretino e Alonso de Cartagena 763
Os textos clássicos em período medieval: tradução como alargamento de comunidade textual 797
A Vita Christi de Ludolfo de Saxónia, em português: percursos da tradução e seu presumível responsável 823
Damião de Góis, tradutor: perspectivas para uma integração cultural 843
O estatuto do tradutor: de mediador cultural a intérprete do texto (condições históricas com reflexões de premeio) 877
Dizer a Bíblia em português: fragmentos de uma história incompleta 895
 
VII
Peregrinae voces
 
Literatura religiosa. Época Medieval
945
A "religião dos rústicos"
977
A Ocidente, o Paraíso
997
Viator e Peregrinus: correlação e complementaridade
1017
Furta sacra: relíquias bracarenses em Compostela?
1049
Cultura Bracarense no século VI: uma revisitação necessária
1067
Literacia, leitura, (des)bloqueamentos 1085
Aprender com a Musa... ecos e presenças da Antiguidade clássica na moderna poesia portuguesa
1111
Sapiens nunquam solus
1137
A surpresa da Palavra
1145

 


Obra publicada com o apoio

ADFLUL - Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Fundação Calouste Gulbenkian