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De Navigatione libri tres

SOBRE A NAVEGAÇÃO TRÊS LIVROS

Em que se explicam as disciplinas matemáticas: agora publicados por Diogo de Sá, Cavaleiro Português.

Em Paris, na tipografia de Regnault Chaudière e Claude, seu filho. 1549.
Com o privilégio do Rei.

De navigatione libri tres

Diogo de Sá

Edição crítica do texto latino, tradução e notas de Arnaldo do Espírito Santo

Introdução de Cristina Costa Gomes

 

Co-edição: Academia de Marinha / Centro de Estudos Clássicos, 2017  

ISBN: 978-972-9376-43-6 

Páginas: 290 pp.


 

Lançamento

28 de Novembro de 2017 |  17h30 |  Academia de Marinha

De Navigatione lançamento CONVITE


 

Índice

Nota Introdutória                                                                      

 

13

Introdução

 

15

Bibliografia Fundamental

 

25

Introduction

 

27

Fundamental Bibliography

 

37

Texto e Tradução

 

39

De Nauigatione Libri Tres: Quibus Mathematicae disciplinae explicantur: ab Iacobo a Saa Equite Lusitano nuper in lucem editi

 

40

Sobre a Navegação Três Livros em que se explicam as disciplinas matemáticas: agora publicados por Diogo de Sá, Cavaleiro Português

 

41

AD Ioannem Dei gratia inuictissimum Regem Lusitaniae

 

42

A João, pela graça de Deus Rei de Portugal

 

43

Ad Lectorem de iis quae sunt praenotanda

 

48

Ao Leitor: observações preliminares

 

49

Iacobi a Saa De Nauigatione Liber Primus

 

52

Caput Primum, quo plurimis authoritatibus, scientiae et earum principia declarantur, et quae inter eas sit differentia

 

52

Livro Primeiro Sobre a Navegação, Diogo de Sá

 

53

Capítulo I no qual se esclarecem, com as opiniões de muitos autores, as ciências e os seus princípios, e a diferença que há entre elas

 

53

Caput II, in quo multis argumentis ostenditur quo pacto Mathematicae scientiae sunt accidentia, et principium unde processerunt

 

62

Capítulo II no qual se mostra com muitos argumentos de que modo as ciências matemáticas são acidentes e qual o princípio de que procederam  

63

Caput III, in quo demonstrationes declarantur, et differentia quae est inter demonstrationem uniuersalem et particularem  

72

Capítulo III no qual se explicam as demonstrações e a diferença que há entre demonstração universal e particular  

73

De Nauigatione Liber Secundus, Iacobo a Saa Authore  

84

Interrogatio  

84

Caput I, in quo Philosophia de Mathematica queritur, et suis argumentis procedit, declarando Mathematicam ad ea super quibus interrogata fuit, respondere non posse  

84

Livro Segundo Sobre a Navegação, Diogo de Sá  

85

Pergunta  

85

Capítulo I no qual a Filosofia se queixa da Matemática e avança com os seus argumentos, declarando que a Matemática não consegue responder às questões sobre as quais foi interrogada  

85

Caput II, in quo Philosophia plurimis argumentis probat, quo pacto Mathematica, materiali causa, efficienti, et finali, euacuatur: atque rationem boni motusque praebet  

166

Capítulo II no qual a Filosofia prova com muitos argumentos de que modo a Matemática está esvaziada da causa material, eficiente e final, e mostra a razão do bem e do movimento   167
Caput III, quo Philosophia explicat, Mathematicam declarare non posse propter quid nauis in leste Aequatorem non tangat. Et quicquid Doctor dixit, sic confutando procedit   176
Capítulo III no qual a Filosofia explica que a Matemática não pode esclarecer porque é que um navio em leste não atinge o Equador. E assim continua, refutando tudo o que diz o Doutor   177
Tractatus Petri Nonnii Doctoris Incipit   184
Começa o Tratado do Doutor Pedro Nunes   185
Interrogationis Enucleatio   190
Explanação da Pergunta   191
Exemplum ad hoc experiendum   192
Exemplo para isto ser experimentado   193
Exemplum   194
Exemplo   195
Caput IIII, in quo Mathematica suam prosequitur opinionem, dicens idem quod Doctor dicit. Philosophia autem per argumenta procedit,illam refutando   206
Capítulo IIII no qual a Matemática prossegue a sua opinião, dizendo o mesmo que o Doutor disse. A Filosofia avança por meio de argumentos, refutando-a   207
Caput V, in quo ostenditur quo pacto Mathematica ulterius per rationes suas procedit: et Philosophia ei respondet ad id quod dicit de communi sectione   230
Capítulo V no qual se mostra de que modo a Matemática prossegue por meio dos seus argumentos, e a Filosofia responde-lhe ao que ela diz acerca da secção comum  

231

Exemplum  

236

Exemplum  

236

Exemplo  

237

Exemplo  

237

Caput VI, in quo Mathematica suam prosequitur opinionem, asserendo nos per circulum minorem, nisi per maiorem nauigare non posse. Philosophia uero in oppositum procedit  

240

Capítulo VI no qual a Matemática prossegue a sua opinião, afirmando que nós não podemos navegar por um círculo menor, somente por um maior. A Filosofia avança para o lado oposto  

241

Exemplum  

246

Exemplo  

247

De Inducenda Papyro in Globum  

250

Como Fazer um Globo de Papel  

251

Caput VII, in quo Philosophia consequenti figura, secundam interrogationem explicat  

252

Capítulo VII no qual a Filosofia com a figura seguinte explica a segunda pergunta  

253

Secunda Interrogatio  

254

Segunda Pergunta  

255

De Nauigatione Liber Tertius, Iacobo a Saa Authore  

256

Caput I, in quo Philosophia, per uerum modum nauigandi, destruit quicquid in hydrographiae laudem dixit. Nam quanuis tractatus de hydrographiae defensione inscribatur, eidem tamen ex diametro, ut in processu uidebitur, repugnat  

256

Livro Terceiro Sobre A Navegação, Diogo de Sá  

257

Capítulo I no qual a Filosofia destrói, pelo verdadeiro modo de navegar, tudo o que ela disse em louvor da carta de marear. Se bem que o tratado se intitule em Defensão da Carta de Marear, opõe-se-lhe, todavia, diametralmente, como se verá adiante  

257

Caput II, in quo Philosophia, uero nauigandi modo, totum refutat quod dicitur in secundo capite tractatus hydrographiae  

264

Capítulo II no qual a Filosofia refuta, pelo verdadeiro modo de navegar, tudo o que se diz no segundo capítulo do tratado em Defensão da Carta de Marear  

265

Quo ad id quod dicitur de regimine in nauigatione obseruando  

276

Quod ad illud attinet quod de tabulis declinationis Solis dicitur  

276

Quanto ao que se diz acerca do regimento a observar na navegação  

277

Quanto ao que se diz acerca das tábuas de declinação do sol  

277

Quid per eleuationem polorum intelligere debeamus  

278

Exemplum  

278

Que devemos entender por elevação dos pólos  

279

Exemplo  

279

Exemplum Eleuationis Polorum  

280

Imaginatio Terrae Respectu Coeli Secundum Ordinem Glareani  

280

Exemplo da Elevação dos Pólos  

281

Representação da Terra em Relação ao Céu segundo a Ordenação de Glareano  

281

Exemplum  

282

Exemplo  

283

Sequitur Regimen Solis in Meridie, cum Declaratione illius quod idem Praecepit ut Faciamus  

284

Segue-se o Regimento do Sol ao Meio-Dia, com um Esclarecimento daquilo que ele mesmo Ordena que Façamos  

285

Exemplum  

286

Exemplum  

286

Exemplum  

286

Exemplo  

287

Exemplo  

287

Exemplo  

287

Exemplum  

288

De Stellae Regimine  

288

Exemplo  

289

Do Regimento da Estrela  

289

De Modo quo Inuenitur Linea Meridiana, secundum Ordinem Glareani  

290

De que Modo se Encontra a Linha Meridiana, segundo a Disposição de Glareano  

291

Ad Lectorem  

292

Ao Leitor  

293