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Sinais de cena, n.º 2

[mais detalhes em: http://www.apcteatro.org/output/index.asp?o=7&ol=2
Versão integral online: http://cvc.instituto-camoes.pt/index.php?option=com_docman&task=view_cat&gid=1019&Itemid=69]

sinais-de-cena-2aPara o Dossiê temático deste número foi escolhida a cenografia em Portugal, partindo-se da convergência de uma interrogação temática e de uma cartografia artística para abordar uma das mais relevantes práticas fundadoras da composição teatral, apresentando alguns dos cenógrafos que vêm marcando, de forma decisiva, a cena teatral portuguesa, enquanto o Portefólio relembra e celebra – em imagens – os 30 anos da companhia de teatro O bando. A atenção à realidade portuguesa emerge ainda Na primeira pessoa, com uma entrevista a Manuela de Freitas que recorda, com a veemência que coloca nas coisas em que acredita, um percurso de vida que é simultaneamente uma reivindicação ética (para si) e um testemunho interpelativo sobre o teatro em Portugal. No Em rede apontam-se portais na Internet com interesse para quem quer ler/ver coisas de teatro e nas Notícias de fora registam-se impressões de um festival de dança e teatro na Suécia, bem como de alguns espectáculos em Londres que parecem sinalizar o ressurgimento do teatro político na cena internacional.

Nos Estudos aplicados fala-se ainda da realidade portuguesa – no (segundo) artigo que Luiz Francisco Rebello assina sobre revistas de teatro –; João Maria André escreve sobre a questão do corpo e da dor nas artes performativas, enquanto o encenador britânico Alexander Kelly escreve um breve testemunho sobre a sua prática do ensino da encenação, e o teatrólogo francês Patrice Pavis aborda, numa panorâmica histórica, a questão geral da encenação.

Os Passos em volta cumprem o desígnio de analisar espectáculos apresentados em Portugal, quer alguns dos que foram produzidos por companhias portuguesas, quer os que se apresentaram no internacionalíssimo Festival PoNTI.

Outras formas de examinar aspectos da realidade teatral são as recensões – em Leituras – a peças de teatro, edições críticas, traduções e estudos, que dão conta, ainda que de forma breve, de um importante trabalho editorial, em que o papel do Centro de Estudos de Teatro acaba por se revelar muito relevante. A estes artigos se acrescenta a matéria do Arquivo solto que conta com uma interessante e bem documentada evocação do Teatro Avenida nas suas dimensões arquitectónica, empresarial e artística.